A Polícia Federal (PF) deflagou, quinta (05), a Operação Pleonexia II. A PF desarticulou um grupo especializado em dissimular bens e valores provenientes de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional. Organizações criminosas investigadas na primeira fase da operação, conduziram ao cumprimento dos mandatos e prisões. Portanto, as pessoas envolvidas operavam e auxiliavam na lavagem de dinheiro do grupo.
A 14ª Vara Federal da seção Judiciária do Rio Grande do Norte emitiu 4 mandatos de prisão preventiva e 17 mandatos de busca e apreensão e o bloqueio de bens e de valores da ordem de R$ 244 milhões. Os mandatos situam seus endereços em Natal (RN), em São Paulo (SP) e em São Leopoldo (RS).
As apurações indicam que o esquema utilizava estruturas empresariais, negociações e contratos simulados para ocultar o patrimônio ilícito e reinserir os valores no mercado formal. Inclusive por meio da aquisição e da revenda de bens de alto valor. Assim, dentre os recursos utilizados, a organização criminosa dispunha de captação de recursos mediantes promessas de rendimentos incompatíveis com o mercado supostamente vinculadas à produção e comercialização de energia solar.
Logo, foram apreendidos diversos veículos, dispositivos eletrônicos, documentos e anotações, que serão submetidos à análise, visando aprofundar as investigações, identificar outros beneficiários do esquema e garantir o ressarcimento das vítimas lesadas pela organização criminosa.
EcoPower tem credibilidade no mercado
A EcoPower Eficiência Energética dispõe de credibilidade no mercado e proporciona a seus clientes os meios éticos para garantir transparência. Há 13 anos no mercado, é a maior empresa de energia solar do Brasil com mais de 85 mil projetos homologados. Além desta segurança, a empresa dispõe de crédito com diversos bancos para garantir o melhor investimento a seus clientes. Em em recursos para sistemas solares, quando necessário, crediário próprio, com prazo estendido. O cliente investe, adquire seu sistema solar e economiza com energia solar.