EcoPower News

Aumento na energia impulsiona busca por sistema solar

Picture of Tulio Guitarrari
Tulio Guitarrari

Jornalista responsável
MTb 0078949/SP

O impacto real no bolso do consumidor

De acordo com as diretrizes regulatórias da Aneel, a bandeira amarela adiciona uma taxa extra de R$ 1,885 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Embora pareça um valor isolado pequeno, o acréscimo pesa no orçamento mensal quando somado aos reajustes tarifários anuais aplicados pelas distribuidoras locais de energia elétrica.

Famílias com consumo médio residencial de 300 kWh, por exemplo, enfrentam um aumento automático de cerca de R$ 5,65 apenas sob o efeito da bandeira. Em cenários comerciais ou industriais de médio porte, esse impacto atinge proporções muito maiores. Dessa forma, prejudica o planejamento financeiro e a margem de lucro de empresas e comércios. O cenário serve de alerta, pois o sistema de bandeiras funciona como um termômetro. Logo, caso a estiagem se prolongue nos próximos meses, o país poderá migrar para as bandeiras vermelhas (patamares 1 ou 2), cujas taxas extras chegam a R$ 7,87 a cada 100 kWh.

Energia solar como barreira contra a inflação energética

Insumo utilizado é gerado em casa

 

Como o cliente gera o insumo que consome, o impacto da cobrança da bandeira amarela — ou de eventuais bandeiras vermelhas futuras — é drasticamente minimizado, incidindo apenas sobre a taxa mínima da distribuidora. Além disso, a tecnologia fotovoltaica atual viabiliza o retorno financeiro sobre o investimento (ROI), com equipamentos de alta durabilidade e eficiência que continuam gerando economia por cerca de 25 anos.